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Protesto marca a segunda semana da greve operária nas obras de reforma do Maracanã

Por Patrick Granja / A Nova Democracia

 Na última terça-feira, dia 13 de setembro, operários da obra de reforma do estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, fizeram uma passeata no entorno do estádio para marcar os 11 dias de greve por melhores salários e condições de trabalho. Até agora, o consórcio que administra a obra não procurou o sindicato que representa a categoria para negociar. Amanhã, a paralisação será julgada pela justiça do trabalho, que pode decretar a greve ilegal e multar o sindicato por dia em que a obra estiver parada. Os trabalhadores cruzaram os braços depois que o consórcio, além de não cumprir os acordos fixados na última greve, serviu comida estragada aos operários no turno da noite. Entre os sindicalistas presentes na manifestação, estava um representante do Marreta, o sindicato da construção de Belo Horizonte, dirigido pela Liga Operária.

 Na manhã de hoje, operários da obra de reforma do estádio Mineirão, em Belo Horizonte, também cruzaram os braços. O motivo da paralisação foi o mesmo dos operários do Maracanã. Patrões do consórcio Minas Arena não teriam cumprido os acordos fixados na paralisção de junho, quando operários cruzaram os braços por 4 dias. Segundo os sindicatos que representam a categoria, tanto no Rio, quanto em Minas Gerais, até que os patrões tratem os trabalhadores com dignadade as greves vão seguir com força total.

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