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Na Nigéria, o povo vai às ruas após assassinato de trabalhador

Por Patrick Granja / A Nova Democracia

No último sábado (3), uma invasão policial a sede de um sindicato no bairro Layinka Street, terminou com um homem morto. O fato revoltou a população local que foi às ruas e enfrentou a polícia em mais de doze horas de protestos. Depois do início da manifestação, vários outros bairros de Lagos, como Ajegunle e Ifelodun já tinham suas ruas tomadas por milhares de jovens e trabalhadores. Na porta do palácio presidencial, o carro do gerente Goodluck Jonathan foi apedrejado pelos manifestantes. Ao fim dos protestos vários outros prédios públicos estavam destruídos, após a passagem dos combativos protestos que terminaram com 28 pessoas presas e dois homens mortos. Os dois manifestantes foram baleados por tiros disparados pela polícia fascista do gerenciamento Goodluck.

O monopólio internacional dos meios de comunicação tentou de todas as formas forjar um motivo religioso para as manifestações. Porém, os protestos que tomaram as ruas de Lagos nada tinham a ver com os conflitos entre mulçumanos e cristãos que deixaram mais de mil mortos no país nos últimos três meses.

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