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Coordenadores do MST tentam assassinar camponeses da Mitacoré

Retransmitimos nota enviada à redação de AND
17 de agosto de 2009, São Miguel do Iguaçu/PR

Na tarde do dia 13/08/2009, os assentados e membros da APAR – Associação dos Pequenos Agricultores do Assentamento “Antonio C. Tavares” Carlos Jeggli e Leonildo Sandro foram vitimas de mais uma ação criminosa da Direção do MST. A Associação tem feito uma serie de denúncias no Ministério público e INCRA, contra a direção do MST, que vem ameaçando as famílias assentadas que fazem parte da associação.

No dia 12/08/09 o INCRA do Paraná, com uma liminar da justiça federal e com a Polícia Federal, retirou as seis famílias camponesas que haviam reocupado seus lotes (junho 2009) no Assentamento Antônio C. Tavares (antiga Fazenda Mitacoré), dos quais tinham sido violentamente expulsos em 2007. A APAR participou da reunião entre as famílias, o oficial de justiça, Policia Federal e o Funcionário do INCRA conhecido como SHALITO, onde firmou acordo que seria a saída das famílias de suas casas, mas que as casas ficariam vazias até um acordo final com o INCRA ou decisão final do processo.

Essas famílias mais uma vez, foram enganadas pelo INCRA que na tarde do dia 13/08 colocou novas famílias nas casas das famílias expulsas. Quando ficamos sabendo que as casas estavam sendo ocupadas, fomos verificar, e logo ligamos para o Delegado da Policia Federal, informando que o acordo teria sido quebrado pelo INCRA, que informou que iria entrar em contato com os oficiais de justiça que teria realizado o acordo.

Logo após o telefonema, saíram 04 (quatro) homens de trás da casa do Luiz de Freitas, entre eles GILBERTO BRITZKE e EVERALDO, ambos da direção do MST, portando armas de fogo, pedras e paus, que passaram a agredir e ameaçar os companheiros Carlos Jeggli e Leonildo Sandro.

Everaldo com arma em punho empurrou o companheiro Leonildo Sandro, para dentro de sua camionete, quando apertou o gatilho por duas vezes em direção ao seu peito, a arma não disparou e quando ele estava saindo de ré do local, Everaldo disparou mais duas vezes e um dos tiros acertou a parte frontal da caminhonete. Enquanto Gilberto com um pedaço de madeira quadrada quebrou o para brisa da caminhonete. Nesse momento Carlos Jeggli era atingido pelas outras duas pessoas desconhecidas, que com pau e pedras espancaram o companheiro.

 

Exigimos democracia e Justiça no Assentamento “Antonio C. Tavares”

Abaixo a Ditadura da direção do MST!
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